Beyblade X · Análise competitiva

Treino que vira
resultado

Ferramentas gratuitas para bladers que levam Beyblade X a sério. Analise sua telemetria de RPM, compare sua técnica com outros bladers e descubra o que a sua puxada diz sobre o torneio.

Processamento 100% local
Formatos aceitos JSON BeyGear
Ferramentas

Escolha a sua análise

Importe o backup JSON do BeyGear e extraia insights que fazem diferença em torneio.

Por que medir

O que os dados revelam

RPM alto não basta. Em torneio o que decide é consistência sob pressão — e isso só aparece quando você mede.

Mediana de RPM
~11–14k

O patamar típico de um blader treinado com wide launcher. Valores abaixo de 9.000 em string launcher indicam gear skip — derrota certa em blind bracket.

CV (consistência)
< 3,5%

Coeficiente de variação abaixo de 3,5% indica movimento automatizado. Acima de 7% a variação sozinha já decide um round — sem considerar o bey do oponente.

Tempo até o pico
~80–140ms

Velocidade da puxada. Puxar rápido demais engata mal; devagar demais perde RPM. A zona ideal é uma impressão digital da sua técnica e quase não depende do bey.

Gear skip rate
< 2%

Percentual de lançamentos abaixo de 60% da mediana. Em deck 3×3, um skip no terceiro bey pode custar o match inteiro.

Como usar

Do treino ao torneio

O loop de melhoria em quatro passos.

01

Pareie a Battle Pass

Instale o BeyGear, conecte por Bluetooth e lance. Cada puxada é gravada automaticamente na curva de RPM.

02

Exporte o backup

No BeyGear, exporte o arquivo beygear_backup_*.json e traga para o BeyStatus.

03

Analise e ajuste

Identifique sua zona de tempo até o pico, reduza gear skips e acompanhe se o CV está caindo sessão a sessão.

04

Chegue no torneio

Monte seu deck com confiança e jogue sabendo que seu lançamento foi calibrado. Os dados não mentem.

Competitivo BR

Dicas de torneio

O que os dados dos melhores bladers têm em comum.

1

Aquecimento é obrigatório

O conjunto entrega mais RPM depois de 20–30 puxadas. Bladers que chegam no torneio sem aquecer largam com 5–10% menos do que o seu máximo — e isso aparece nos dados como uma queda nos primeiros lançamentos de qualquer sessão.

2

Consistência bate pico

Em blind bracket, você não escolhe quando lança. Um blader com mediana de 11.500 RPM e CV 2% é mais perigoso do que um com pico de 14.000 e CV 8%. O CV baixo é o que aparece no placar.

3

Wide vs string muda tudo

Wide launcher entrega mediana mais alta e quase não sofre gear skip com bey pesado. String ganha em controle de ângulo. Saber qual launcher você usa e para quais combos é parte da estratégia de deck.

4

Teste o combo, não o blader

Para comparar dois combos de forma justa, o mesmo blader precisa lançar os dois em sequência, sem trocar de launcher. Qualquer outro cenário mistura variação de equipamento com variação de técnica — e o BeyStatus detecta isso.

5

Deck 3×3 exige consistência tripla

No formato de deck, você lança três beys diferentes. Um gear skip no terceiro pode entregar o match. O gear skip rate abaixo de 2% em cada combo do deck é o objetivo antes de qualquer torneio.